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quinta-feira, 28 de maio de 2015

MAIS HISTÓRIAS DO PROGRAMA FORNO FOGÃO E CIA

Hoje postei uma receita de ROSAS DE GELÉIA, que na verdade eu deveria ter intitulado de "FLORES DE GELÉIA", é que muitas vezes eu fiz esta receita sem tantos recortes e ficou mesmo parecendo uma rosa... enfim, a receita é super legal.


Ao final da receita eu explico que foi a 49a. receita que foi ao ar, mas ficou aquela sensação de não expliquei direito.
Não foi o 49o. programa, e sim a 49a. receita. Isto porque recebíamos muitos visitantes.

Nossos visitantes eram normalmente donos de restaurantes ou como Sr. Benjamim Abrão dono de padaria, ou outros culinaristas. Eram sempre pessoas que tinham alguma receita legal e gostosa para apresentar. E claro, os donos de estabelecimentos comerciais aproveitavam para passar a receita e falar de seu estabelecimento. Divulgar sem ter que necessariamente pagar sempre é um ótimo recurso, coisa que quase não acontece mais hoje em dia, mas que naquela época era viável, afinal, estas pessoas completavam nosso quadro de culinaristas com paixão pela culinária.

Nosso produtor dividia os visitantes, entre os 5 cinco dias da semana. (nosso programa era diário, ia ao ar de 2a. a 6a. Durante um período fomos 5 apresentadores e depois de um tempo ficamos em 6, quando o Romeu Jr. entrou para o programa e ele e eu tínhamos um quadro juntos.

Voltando a história da 49a. receita: eu arquivava as receitas pela ordem em que iam ao ar, porque era comum as tele espectadoras ligarem ou escreverem (ainda não existia a internet, nem facebook ) internet) tirando dúvidas, então eu gostava de manter tudo em ordem. Claro que este também é meu lado secretária. Bom, mas eu quase nunca marcava quem eram os convidados e o que tinham feito, então não tenho o número exato de programas feitos, só o de receitas.
Não tínhamos esta preocupação na época.
Então, quando eu coloco o número de ordem que da receita, não quer dizer que este foi o número de programas que foram ao ar... simples assim.
Uma pena que não marquei todos os convidados que tivemos.
Mas de muitos ainda lembro bastante coisa e das receitas que fizeram, claro que vou acabar contando o que lembro por aqui.
Por hoje beijos, quero trabalhar na próxima receita.

ROSAS DE GELÉIA

Na verdade acho que o título correto seria "FLORES DE GELÉIA", feita com uma massa super fofa, muito fácil e o efeito é surpreendente.







Ingredientes
150 g de manteiga ou margarina
100 g de açúcar
2 ovos
50 g de amêndoas moídas
1 colh. (chá) de canela em pó
125 ml de creme de leite fresco
500 g de farinha de trigo
1 clara
½ xic. (chá) de açúcar de confeiteiro
Geléia  da sua preferência
Gordura vegetal para fritura (ou óleo de coco)

Modo de fazer:
Na batedeira, bata a manteiga, o açúcar e os ovos até que fique bem cremoso.
Desligue e junte a canela em pó, as amêndoas, o creme de leite e uma parte da farinha.
Peneire o restante da farinha sobre uma superfície lisa, coloque a massa e amasse bem até que fique lisa. Coloque dentro de um saco ou envolva em papel alumínio e deixe descansar dentro da geladeira por meia hora.
Abra a massa com o rolo e corte círculos de 5 a 6 cm de diâmetro.
Sem chegar ao centro, dê cinco picotes nos círculos para formar as pétalas.
Junte três “flores” de massa, unindo-as com a clara ligeiramente batida. Com o cabo de uma colher de pau faça uma pressão no centro.

Frite na gordura quente até que doure.
Retire, escorra.
Para servir, coloque um pouco de geleia no centro de cada flor, formando o miolo e polvilhe com açúcar de confeiteiro.



CURIOSIDADE
Esta foi na sequência, a 49a. receita que apresentei no Programa Forno Fogão e Cia e esta foi ao ar em 1990. 

DICAS
Use de preferência, geléias firmes, as muito "moles" vão escorrer e não vão dar este efeito tão lindo. 



segunda-feira, 25 de maio de 2015

MACARRÃO AO ALHO E MOLHO COM BIOMASSA DE BANANA VERDE

Tenho feito diversos testes com a Biomassa e tenho ficado cada vez mais encantada, sem contar que já perdi alguns centímetros de cintura e estou amando isso.
Esse macarrão é super fácil e ficou muito gostoso, substituindo um molho mais calórico.





INGREDIENTES
Macarrão spagetti ou outro de sua preferência, cozido "al dente"

MOLHO
5 dentes de alho triturados
4 colh. (sopa) de azeite
2 colh. (sopa) de cream cheese ou coalhada seca ou o Quark
2 colh. (sopa) de biomassa de banana verde
1/2 xic. chá de leite
Sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto
algumas folhas de manjericão fresco

MODE DE FAZER
Coloque o azeite e os dentes de alho na panela e deixe dourar.
Acrescente o cream cheese e a biomassa de banana verde e misture sem parar, acrescentando o leite aos poucos até obter a cremosidade desejada.
Tempere com o sal, a pimenta e a noz moscada.
Desligue, junte as folhinhas de manjericão.
Despeje a massa dentro do molho, misture e passe para o prato de servir.
Decore com folhinhas de manjericão e use o queijo que desejar para acopanhar.

DICAS

Saiba mais sobre a Biomassa de Banana Verde na Página Propriedade dos Alimentos - Biomassa de Banana Verde.

PROPRIEDADE DOS ALIMENTOS - CEBOLA


A cebola é originária da Ásia central.

Era consumida como alimento na antiguidade e no antigo Egito era um dos principais alimentos fornecidos aos escravos.

Foi também encontrada com frequência nos sarcófagos e associada a muitas religiões egípcias.

Somente durante a idade média passou a ser usada como tempero.


Chegou ao Brasil na época colonial trazida pelos portugueses.

Tem alto poder nutritivo , curativo e preventivo.
É rica em vitaminas A e B e mais forte ainda em vitamina C.

Além destas, também é muito rica em enxofre, flúor, fósforo, iodo, zinco, potássio, cálcio, sódio, sílico, magnésio, cloro e ferro.

Como tempero também atua como estimulante das secreções digestivas e de todo o trabalho do aparelho digestivo.

Os índios foram os primeiros a descobrir que a cebola age contra o reumatismo e a paralisia.
Para os diabéticos é um alimento de primeira, pois tem insulina vegetal.
Nos nervos a cebola age como calmante e fortificante.

A cebola é o ingrediente para tempero mais popular do mundo, sendo uma das três hortaliças mais importantes, ao lado do tomate e da batata.

É cultivada e usada na alimentação desde os tempos pré-históricos. Há registros que mencionam o alimento no Egito antigo, no ano 3200 a.C, que também aparece constantemente em pinturas de tumbas, inscrições e documentos daquele tempo.

O ingrediente foi objeto de reverência e de tabus. Enquanto as populações antigas costumavam consumir em grande quantidade cebolas grandes, brancas e suaves, padres eram proibidos de consumi-las.

Ainda hoje, brâmanes (da casta sacerdotal da Índia) e e seguidores ou jinismo (uma das religiões mais antigas da Índia), não podem ingerir cebolas.

O responsável por trazer o alimento para nosso continente foi Cristóvão Colombo, em sua segunda viagem para o Haiti. No Brasil, é uma das três hortaliças mais produzidas, tendo chegado aqui com os primeiros colonizadores.

Pouco calórica, a cebola é formada basicamente por água e carboidratos. Possui diversos minerais, mas, a exemplo do alho, o mais importante é o selênio.
A cebola ainda é rica ainda em flavanóides, como as antocianinas e as quecetinas.
A cebola possui diversos minerais, mas, a exemplo do alho, o mais importante parece ser o selênio, que fortalece o sistema imunológico e tem ação antioxidante.
Por ser rica em flavanóides, como as antocianinas e as quecetinas, é possível que sua ingestão possa contribuir para a prevenção de certos tipos de câncer.
Variedades
É possível escolher entre cebolas amareladas, roxas e brancas e nenhuma deve ter cheiro de cebola antes de ser cortada. Em alguns países, as roxas são as preferidas por ter um sabor menos pungente. As amarelas são as mais usadas no Brasil e bem menos ardidas do que as brancas, comumente usadas na indústria e vendidas na forma desidratada ou em conserva.

Como Escolher
Procure itens com bulbos firmes e casca seca. Entre duas cebolas de mesmo tamanho, prefira as mais pesadas. Evite aqueles com áreas amolecidas, mofadas ou feridas.
Melhor Época do Ano
A melhor época para comprar cebola vai de agosto a fevereiro.
A cebola encontra-se no segundo andar da pirâmide alimentar, no grupo dos legumes e verduras.
Na antiguidade, os faraós eram enterrados com cebolas, que eram consideradas sinal de eternidade. Já na Idade Média, o legume era usado como moeda para pagamento de aluguel e um bom presente de casamento.

Como Conservar
Fora da geladeira, em local seco, fresco, escuro e bem ventilado.
Em geral, as roxas duram mais tempo do que as brancas e amarelas.
É possível manter cebola picada na geladeira por até 24 horas, guardada em um recipiente tampado.

Idéias para Servir
Descascar e picar cebolas sob água corrente diminui a ação da alicina, substância responsável pela ardência dos olhos volatizada quando a cebola é cortada.
Por não ser um método muito prático, deixar o ingrediente por alguns minutos na geladeira já ajuda, reduzindo a volatização da alicina.
Bom acompanhamento para churrasco, cebolas assadas adquirem tom de caramelo e sabor mais adocicado, pela transformação de proteínas e açúcares.
Outro prato que serve de excelente acompanhamento são os anéis de cebola na cerveja.
A sopa de cebola, típica da França, tem poucas calorias e sabor delicioso.

As informações acima tirei da Enciclopédia da Nutrição do Site da Nestlé.
https://www.nestle.com.br/Site/cozinha/enciclopedia/ingredientes/cebola.aspx


CEBOLA RECHEADA

Esta foi mais uma das receitas que apresentei no Programa Forno Fogão e Cia. esta foi ao ar em 1990, mas é tão atual e gostosa.










Ingredientes:
4 cebolas grandes (ou 4 menores)
100 g de arroz
1 colh. (sopa) de manteiga
250 ml de caldo de carne
3 tomates sem pele e sem semente
150 g de presunto cozido
1 colh. (sopa) de óleo
1 colh. (sopa) de salsinha picada
Sal e pimenta do reino a gosto
1 colh. (café) de páprica doce

125 g de queijo tipo mussarela  (ou tipo gouda)
3 colh. (sopa) de leite
125 ml de creme de leite azedo
1 colh. (chá) de páprica doce
1 colh. (chá) de ervas frescas picadas

Modo de fazer
Descasque as cebolas, corte a tampa, coloque-as em uma panela com 1 ½ l. de água e sal e cozinhe por 15 minutos. Retire-as da água. Elas tem que ficar firmes.

Com cuidado, retire o centro das cebolas. Reserve.

Aqueça a manteiga, junte o arroz, cubra com o caldo de carne e cozinhe.
Pique as tampas retiradas das cebolas, o centro e refogue no óleo. Junte o tomate picado, o presunto bem picadinho. Desligue e junte ao arroz já cozido.
Acerte o sal, a pimenta do reino, junte a páprica e a salsinha.

Recheie as cebolas e coloque-as em uma assadeira untada com manteiga.

Derreta o queijo com o leite e o creme de leite, misture a páprica e as ervas frescas picadinhas, e espalhe esta cobertura sobre as cebolas.

Leve para assar em forno quente (180/200 graus) por 15 minutos.

DICAS

Substituições: 
Troque o arroz por Quinoa, fica delicioso. 
Ao invés de presunto, use peito de peru. 
Os queijos podem ser bem variados também, tudo vai depender do sabor e textura que vai querer no dia. 

Preparo: 
As cebolas também podem ser preparadas no micro ondas, ficam ótimas, só cuidado com o tempo de cozimento, coloque-as em uma travessa de vidro ou prato com um pouquinho de água no fundo. Primeiro coloque dois minutos, e depois vá de minuto em minuto para checar o ponto desejado que deve deixar a cebola firme. 


terça-feira, 19 de maio de 2015

PROPRIEDADE DOS ALIMENTOS - MARACUJÁ


Na língua tupi, maracujá significa “comida de cuia” — é a forma que a casca fica, cortada ao meio, servindo de “prato”, ou cuia, para os índios que apreciavam a fruta nativa do América do Sul.
Originária da bacia amazônica, o maracujá era bem conhecido pelos índios que habitavam as regiões banhadas pelo rio e seus afluentes. Até hoje, a produção da fruta está concentrado no Brasil, na Colômbia, no Equador e no Peru.
Os colonizadores espanhóis e portugueses, ao conhecerem os usos culinários e medicinais da planta, levaram suas sementes para a Europa. Por suas propriedades calmantes, foi bastante usada, tanto na Europa quanto na América do Norte, como medicamento natural.
O poder calmante do maracujá está relacionado à passiflorina, substância sedativa presente em suas folhas.
Há mais de 150 variedades de maracujá, mas as mais utilizadas na alimentação são o maracujá azedo, o roxo e o doce. O primeiro, muito utilizado para o preparo de sucos, é o mais comum no Brasil, respondendo por 95% da produção nacional.
No fim dos anos 80, a alta gastronomia “descobriu” o maracujá. Além do sabor, o visual atraente da polpa dourada e translúcida salpicada das pequenas sementes escuras, também comestíveis, torna o maracujá um ingrediente bastante interessante para criações culinárias.

PRINCIPAIS NUTRIENTES
Rico em vitamina C, potássio e manganês, o maracujá é fonte de ferro, magnésio, fósforo e zinco.

PARA A SAÚDE
Considerado um calmante natural, o maracujá contém passiflorina, uma substância que tem ação sedativa, mas que é encontrada basicamente nas folhas da fruta. Não há evidências de que o consumo da polpa produza efeito maior do que o placebo.
O maracujá é uma boa fonte de vitamina C, que tem propriedades antioxidantes e contribui para o bom funcionamento do sistema de defesas do corpo.
A vitamina C também contribui para a melhor absorção de ferro. O maracujá também é fonte desse mineral, essencial para o transporte de oxigênio e a formação de glóbulos vermelhos no sangue.
A fruta é rica em potássio, que regula a pressão e o pH sanguíneos e auxilia os processos digestivos e as contrações musculares (após atividades físicas muito intensas, a reposição de potássio no organismo ajuda na recuperação dos músculos) e em manganês, que atua junto com diversas enzimas para facilitar os processos metabólicos e tem propriedades antioxidantes.
Outra substância antioxidante encontrada no maracujá é a cianidina. A cianidina é um pigmento antioxidante do grupo das antocianinas. Em estudos de laboratório, estas substâncias têm demonstrado uma ação preventiva contra alguns tipos de câncer.
O maracujá também é fonte de fósforo, que auxilia a regeneração de tecidos e tem papel fundamental na saúde de ossos e dentes, assim como o magnésio. Tanto este mineral quanto o zinco contribuem para o bom funcionamento do sistema imunológico. O zinco também é fundamental para a fabricação do material genético.

NAS COMPRAS
Variedades

O MARACUJÁ AZEDO, ou amarelo, é o mais produzido no Brasil. Redondo ou ovóide, com muitas sementes, tem a casca grossa e amarela. Conforme amadurece, a casca torna-se enrugada. É este o melhor momento para ser consumido.
Com oferta menor (e mais caro), o MARACUJÁ DOCE tem um formato que lembra um pequeno mamão papaia. A casca é lisa, mais clara do que a do azedo. Com sabor bem doce e forte aroma, é quase sempre consumido ao natural.

O MARACUJÁ ROXO é uma variedade da mesma espécie que o azedo, mas é menos encontrado no mercado. Além da casca escura, diferencia-se do maracujá amarelo por ser menos ácido.

Como Escolher
O maracujá bom é pesado em relação ao seu volume. Quando está muito leve, a polpa é pouca ou secou.
No maracujá azedo, a casca enrugada significa que já está maduro. Já o maracujá doce deve ter a casca lisa e brilhante. Em ambos os casos, elas não devem apresentar manchas escuras ou rachaduras.
O maracujá está bom para consumo imediato quando cede à pressão dos dedos sem romper a casca.
Melhor Época do Ano
A produção do maracujá azedo é quase ininterrupta nas regiões quentes do país, garantindo a oferta o ano todo.
O maracujá roxo, que se desenvolve em locais mais frios, tem o pico da colheita entre janeiro e março. E a melhor época para encontrar o maracujá doce são os meses de janeiro e fevereiro.

CURIOSIDADE
No Hemisfério Norte, o maracujá é conhecido como “fruto da paixão”. O nome, na verdade, tem uma explicação de fundo religioso, e não erótico ou amoroso, como pode parecer à primeira vista. Ele foi dado pelos colonizadores portugueses à flor do maracujá, em alusão à Paixão de Cristo, por causa de sua forma e cor. A flor lembra uma coroa de espinhos, como a que foi usada na crucificação, e é roxa, a cor litúrgica da época da Quaresma.
 Essas informações foram extraídas da Enciclopédia da Nutrição do site da Nestlé

HISTÓRIA DO MEU CREME DE MARACUJÁ

Hoje publiquei uma receita do CREME DE MARACUJÁ, que apresentei no programa Forno Fogão e cia lá pelos anos de 1990.
É uma receita deliciosa, leve  e diferente da tradicional feita com leite condensado, que eu também adoro. Aliás gosto de tudo feito com maracujá, até mesmo abrir a fruta, colocar um tiquinho de açúcar e comer..... delícia.
Sempre que reedito uma receita que foi ao ar no programa, volto no tempo e lembro da época em que ela foi ao ar, de alguns acontecimentos. Do corre corre no estúdio, da gravação e quase sempre do que me motivou escolher determinada receita para apresentar.
Pois bem, com esta não foi diferente, mas tem um "diferencial" que ficou bem marcado... eu estava apaixonadíssima na época.
Uma amiga muito querida que já faleceu, tinha  um amigo queridíssimo dela, que ela considerava como um irmão e que ha muito vinha querendo nos apresentar. Pois bem, um belo dia ela promoveu este encontro e claro que não deu outra, foi instantâneo, nos apaixonamos.
Eu morava em Campos do Jordão, ele em São José dos Campos e eu ia toda semana para São Paulo gravar o programa e dar as aulas de culinária e meus outros cursos. A vida era uma deliciosa loucura.
Como eu estava muito apaixonada e ele gostava de tudo o que eu fazia, resolvi apresentar um prato que fosse uma marca para aquele namoro tão gostoso.
Eu fiz a associação com o maracujá e sua flor, considerada a Flor da Paixão, embora o nome esteja mais ligado a Paixão de Cristo porque lembra a Coroa de Cristo, mas disso quase ninguém mais lembra e sim, associa o nome da flor ao amor, a paixão.
O namoro um dia acabou, ficou o carinho, as lembranças boas e a receita que divido com vocês.
E a amiga querida que nos apresentou também já não está mais entre nós, mas esta sempre em nossos corações.